Carinha nova para meu lindo blog.

7 jan

É, eu troquei o layout.

Vou continuar mudando alguns detalhezinhos também. Nome de categoria, alguns textos aqui e ali. Não vou ficar avisando cada letra que eu apagar, então já deixo aqui escrito que essa página tá em reformas.

Comentários, sugestões? Tell me. maapha@gmail.com

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Férias, laptops e o outro lado do mundo. [1]

2 jan

Não vou mais pedir perdão por mal escrever nesse lugar. Vocês já devem estar cansados das minhas desculpas, não é mesmo? Assumo agora a reputação de lerda desnaturada anti-cibernética, mesmo que isso não seja bem verdade.

E qual é a verdade então? Estou totalmente sem paciência para filosofar pelo teclado.

E sou uma pessoa que tem vida, além do mais. E o que tem feito vossa querida escritora?

Minhas aulas acabaram tediosamente, as férias começaram e eu passei um dezembro bem agradável. Não sei se o seu padrão de agradável é um tempo úmido e fresco, com chuvas que vêm e vão embora sem dizer tchau, combinado à sensação preguiçosa de acordar sentindo cheiro de almoço na cozinha. Mas se for assim que você pensa, bem-vindo ao clube.

Voltei a jogar um pouco. Dormi como se não houvesse amanhã. Escrevi um tanto também, mas não no blog, como vocês podem ver. Minha criatividade estava mais do que acesa nesse fim de ano, o que rendeu uma história completa e uns bons parágrafos de outras.

E ganhei um notebook. Aháááán, chegamos à parte interessante da coisa.

Wi-fi é uma das melhoras coisas que o ser humano criou, depois do sorvete e do ar-condicionado. Em países muito longe da minha doce realidade, é só sentar na calçada e ligar o computador ou o celular. Mas isso também depende de estar sentado na calçada certa e na hora certa, ou você verá seu querido gadget sendo cruelmente trocado por um pacotinho de droga em menos de cinco minutos. Mas enfim. A utilidade prática de um notebook em uma cidade como a minha é quase nula se você não precisa de um PowerPoint portátil todos os dias. São raras as lojas que oferecem wi-fi, e são mais raras ainda as que oferecem wi-fi em uma velocidade maior do que sei lá, uma tartaruga com sono. Então pra que ter um notebook?

No meu caso, existem três razões maiores.

Razão número 1: eu ODEIO dividir computador com quem quer que seja. Tendo um só meu, não corro tanto risco de ter um irmão chorando no meu ombro pra jogar algum joguinho flash inútil.

Razão numero 2: ele é mais badass que muitos pcs de mesa, por um preço menor.

Razão número 3: vou fazer uma visitinha às terras britânicas e preciso de uma preciosa ferramenta como essa.

Oi? Britânico? Não, você não leu errado, jovem. É isso aí mesmo.

Some um anúncio de intercâmbio e uma escola de inglês. Multiplique por despretensão, depois divida por um preço pagável. Eleve a um surto de bondade alheia. Resultado: estou arrumando as malas e morrendo de alergia com os casacos empoeirados que preciso levar.

E o que tem tudo isso a ver com o meu blog abandonado? Muita coisa, gafanhoto.

Não é todo dia que se viaja para Cambridge. Pelo menos não eu, então, com isso na cabeça, resolvi tentar registrar um pouco do que eu fizer, sentir, passar, comprar e comer por lá. Se eu já tenho um blog, uma parte do trabalho está feita.

A menor parte, mas continuando.

Um monte de gente já fez diário de viagem. Tanto que já ficou clichê, mas não deixa de ser uma idéia interessante por isso. E por que não tentar fazer algo um pouco diferente? Que tal… em uma língua diferente?

Goste você ou não, querido leitor, eu vou colocar a idéia em prática. Enquanto estiver aqui no meu Brasil varonil, o blog vai continuar a ser em bom português, esteja o post na seção nova ou não. Quando eu sair daqui, vou fazer posts bilíngues, o trecho de cima em inglês e o de baixo na minha língua natal. Isso com certeza vai aumentar a frequência com que dou as caras aqui, então pode interessar a uns e outros que sentem saudades de ler esse negócio.

Espero que me acompanhem e see ya. maapha@gmail.com

Love in bits.

28 out

Já tem um tempo longo, bem longo que eu não posto nada. Não vou me justificar, e sei que não preciso. Primeiro porque ninguém lê meu blog, segundo porque todo mundo já sabe das minhas desculpas.

Não anda acontecendo nada muito grandioso na minha vida. Cortei o cabelo, estou quase no fim do curso de inglês, agora tenho um pássaro de estimação, uma gata caçadora de baratas e aposentei minha mochila velha. É bobo, irrelevante? É. Mas é meu dia-a-dia. Tedioso ou não, é.

E além de tudo isso, estou gostando de alguém.

Não é a primeira vez que sinto isso. Não é a primeira pessoa da minha vida, nem vai ser a última, eu imagino. Não é ninguém perfeito, nem alguém com quem eu sonhe casar, ter trocentos filhos e dividir a escova de dentes. Pra falar a verdade, não espero mesmo muita coisa. Nem de mim, nem dele.

Mas o que é que torna isso tão marcante assim?

Eu aceito o que estou sentindo.

Se fosse um ou dois anos atrás, eu faria questão de não contar pra ninguém, nem escrever em lugar algum. Teria vergonha, ciúmes e medo, muito medo. De dar errado, de perder tudo e , principalmente, de sentir. Eu iria negar, disfarçar até o fim, até a muralha rachar e eu cair por terra, derrotada… Por mim mesma.

Mas muito tempo já foi desde que essa época acabou.

Quando penso nisso, eu suspiro , olho para qualquer lugar vazio e exclamo: como eu mudei.

Falar de assuntos do coração (ou do sistema límbico, se você for menos metafórico), para minha jovem consciência, não é tão difícil assim. Eu tenho opinião e atitude um tanto incomum quanto a essas coisas, e talvez um dia resolva colocar algo aqui a respeito disso. Mas não, não é exatamente o tema que eu quero abordar.

De uns tempos pra cá, eu tenho prestado certa atenção no que os outros dizem e escrevem. É quase impossível pra uma menina de dezesseis anos com internet em casa resistir ao apelo de redes sociais e coisa parecida. É divertido, algumas vezes útil e, pelo menos pra mim, coloca pra pensar um pouco sobre algo além de si mesmo.

E tem uma coisa que eu reparei, no meio disso tudo.

As pessoas que eu conheço estão sentindo pelo computador.

Isso é esquisito. Muito esquisito. Até eu tive um pouco de dificuldade pra dar nome a isso que notei. E nunca vi ninguém falando sobre o assunto tentando ver a coisa de fora.

Aliás, você já percebeu como a tristeza está na moda?

Frases de poetas e romancistas sobre angústia e frustração piscando em perfis do Facebook. Twitters inteiros dedicados a ciúmes doentes e namoros instáveis. Músicas empurrando para o ouvinte um ideal esquisito de amor, fazendo uma multidão cantar a paixão como se a vivesse o tempo todo, e, às vezes, sem fazer idéia do que significa aquilo. Casais que moram na mesma cidade, mas só conseguem ter diálogo por MSN e mensagens de celular. Dizem ‘eu te amo’ pelo teclado, brigam com histórico gravado no computador pessoal e ficam possessos de raiva por ícones em uma tela de LCD, indicando que uma ou outra garota está online. O Tumblr, que tem um propósito bem interessante, está infestado de fotos depressivas, citações de dor e comentários de gente que se identifica com tudo aquilo.

E não se enganem achando que é pouco.

Eu vejo tudo isso, e acho tão estranho. Um pessoal com todas as chances de se divertir, de dar um sorriso, de conhecer lugares, outras pessoas, de viver milhões de coisas está reclamando da vida, virando noites em prantos, surtando de fúria, tudo na internet. Esperam a aula terminar para conversar com o colega ao lado virtualmente, não têm coragem de olhar aquele que amam nos olhos, procuram de modo incansável por uma indireta digital, mesmo que nem proposital, de um amor que quase não vivem cara a cara.

E, bem lá no fundo, o que move isso tudo é o medo. Medo de ouvir uma voz, medo do toque das mãos, medo do rosto que muda de expressão a cada frase que sai. Através da tela, é tudo muito mais fácil. Informação desinfetada, esterilizada do calor e do sentimento humano. Não há o que temer, sendo que nada vai te machucar.

Por algum motivo, eu não me sinto tão ‘dentro’ desse movimento todo. E eu não faço a mínima idéia do porquê. Tudo isso passa por mim e eu apenas olhando, tentando inutilmente puxar aqueles que amo para fora desse furacão.

Não quero fazer uma cruzada anti-tecnologia. Nem vá pensando que eu vou colocar fogo no meu PC e organizar passeatas com hippies extremistas, pronta pra fundar uma sociedade alternativa. Não é bem isso. Se eu fosse mesmo tão conservadora assim, eu não teria nem mesmo este blog, e escreveria essas coisas todas em um pedaço de papel, ou numa pedra qualquer. O progresso não é ruim, o avanço não é um problema. É um remédio para muitos males, mas todo remédio tem efeitos colaterais. E nem todos acontecem por causa da dose.

Enquanto isso, eu vou ficando aqui, no meu humilde lugar, sendo antiquada e preferindo viver um pouquinho mais. maapha@gmail.com

New for me, new for you.

29 ago

A vida muda enquanto passa.

Coisas que vão, que ficam, ou que aparecem. Seja nas nossas cabeças confusas ou diante de nossos olhos. Um dia nunca é igual a outro.

Quando a mudança vem de um percurso difícil, partindo de nós, ela é maior ainda. Você passa a sentir, ver, agir de forma totalmente diferente. Você se torna feliz de um jeito que nunca imaginou, ou até mesmo de um modo que desprezava. Pagar a própria língua faz bem, de vez em quando.

Eu mudei demais desde o começo desse blog.

E, caralho, ontem isso fez dois anos.

Antes que me joguem pedras, o Mammonita não vai parar. Eu amo escrever, mesmo sabendo que isso não dá dinheiro nem futuro. O blog é um registro que acompanha cada fase que passo, seguindo meu ritmo.

Que anda bem apressado, só pra constar.

Obrigada aos que acompanham e acompanharam. Obrigada aos que estiveram ao meu lado, conheça-os ou não. E se eu for me lembrar de todas as pessoas que fazem parte disso tudo, vou perder a noite aqui.

Eu não morri. Só tendo uns… problemas técnicos. maapha@gmail.com

 

Uma declaração de amor.

1 jun

Já faz tempo que nos vimos pela primeira vez. Quando olho para trás, e me lembro de mim mesma ao te encontrar, fico confusa. Não sei se rio de como eu era inocente ou se me entristeço por não poder voltar a um momento tão feliz. Tê-lo foi um dos sonhos que pude realizar.

No começo, nossa relação não foi tão fácil, por minha causa. Eu nunca tinha tido momentos tão particulares com alguém. Atrapalhei-me, errei, mas todos sabemos que faz parte.

Depois, aprendemos a conviver. Você com seu jeito, e eu, com o meu. Cada um se expressando de uma maneira, em uma sintonia quase sobrenatural. Sem uma palavra, nos entendemos. Nossos momentos de solidão não poderiam ser mais agradáveis. Eu sentia e ainda sinto que, toda vez que meu tato o alcança, sou parte do seu corpo. Você se integra a meus braços, preocupamo-nos um com o outro, para que nosso equilíbrio nunca se perca. Não somos perfeitos, mas ninguém é.

Você foi meu apoio nas horas difíceis. Diminuiu minha dor, reviveu minha alma, fez parte de todo um processo, de uma mudança longa e tortuosa que resultou em cada vez mais felicidade. Andamos distantes ultimamente, mas em todos os nossos esporádicos encontros, meus sentimentos e sensações nunca se perderam.

E agora, um ano e pouco depois de nosso começo, dedico a você estas palavras, que algumas pessoas vão achar melosas demais.

Mas, sabe, eu não me importo.

Mais uma vez, agradeço. Pelo que passamos e ainda passaremos. Mesmo que um dia acabe, boas memórias estarão comigo. Amo você.

Zippy, obrigada por tudo.

maapha@gmail.com

Dica de hoje: The Pretty Reckless.

9 abr

Fazendo nada, matando moscas com o laser pointer ou fapando, jovem roqueiro? Não importa, pare imediatamente e venha ler isso aqui.

Já ouvi de uns e outros que o velho companheiro da rebeldia morreu. De fato, é bem difícil acreditar que o rock tenha sobrevivido a Senta que é de Menta, Robin Hood da Paixão, Levo Comigo, etc etc etc. Mas uns ou outros nos últimos cinco anos ainda se interessam naquele som que faz seus ouvidos sangrar e seu cérebro sair pelo nariz.

Aqui está um belo, belíssimo exemplo: Taylor Momsen, atriz, cantora, maquiada e provável bêbada.

Antes da banda                                                    Depois da banda

Todo Pokémon evolui.

O admirável é que nossa querida só tem 17 anos, mas já lançou um CD tão bom quanto chocolate e tão preguento quanto Super Bonder. Você a reconhece de algum lugar? Sim, ela foi a Jenny do Gossip Girl. Aquele mesmo, o que devia se chamar “Manual da puta – teen edition”.

Atualmente cantando e compondo para a banda The Pretty Reckless (A bela inconsequente. Sugestivo?), Taylor usa a voz grave e rouca como se tivesse arrastado um caminhão da porta de casa até o boteco mais próximo. O álbum Light Me Up, lançado em 2010, tem tanto pop rock leve quanto homenagens a Joan Jett e Janis Joplin, para agradar os fãs do seriado e os tr00s saudosistas. Ao contrário de frontgirls famosinhas, ela parece fazer um som agradável, sem pretensões, e não com aquela coisa forçada de “MAMÃIM MIN OLHA QERO SER ROQUISTAR”.

Enfim, é uma banda nova que promete menos purpurina e mais rock. Aguardem por mais boas novidades. maapha@gmail.com

Cara, eu tô há tanto tempo sem vir aqui que o wordpress nem me reconhece mais. Sério, desculpa, mas eu tô sem folga e sem criatividade total. Aproveitem o resto de noite.

Novo depósito de inutilidades by me.

23 mar

Entre as andanças e acontecimentos da vida, eu fiquei mais vaidosa. Cuidar da palha de aço que chamo de cabelo, passar hidratante na cara, cuidar das unhas. Todo aquele blablablá de menina fresca que mulher adora e homem detesta. Pois então, tenho leitores machos, não posso ficar entupindo o Mammonita com purpurina e sei lá, óleo de banana. Então fiz um blog novo. Isso não significa que eu vou abandonar vocês, nunca, mas o conteúdo é beeeem diferente.

Aqui, se interessarem em dar uma olhada (ou me trollar mais): Metal Glam: Peruagens, vida e rock ‘n’ roll

Divirtam-se. maapha@gmail.com